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3 tendências de cibersegurança para ficar de olho em 2020 – E um bônus

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Escrito por Natália Scalzaretto

Em 26 de December de 2019
3 tendências de cibersegurança para 2020

Para as empresas, dezembro é o momento de fazer um balanço do que passou e ajustes estratégicos para o próximo ano. Especialmente em relação à segurança da informação, em que tudo muda muito rápido, é importante aproveitar este período de planejamento para se atualizar e estar preparado para o ano que virá.

Por isso, os CIOs que estão planejando estratégias de segurança da informação para 2020 precisam se antecipar às tendências que já estão despontando no cenário da cibersegurança. Como mostramos neste post, os cibercrimes seguem sendo uma ameaça significativa. Em 2019, alguns tipos de ataque, como o ransomware, ficaram ainda mais perigosos. Mas as mais recentes pesquisas mostram que há outros perigos — alguns ainda pouco explorados— rondando a TI corporativa.

Confira na lista abaixo as principais tendências para ficar de olho e saiba como se proteger de ciberameaças que podem se tornar grandes dores de cabeça em 2020 para as empresas que não se anteciparem.

Segurança da cloud

Já faz alguns anos que a cloud se destaca como uma ferramenta para reduzir custos com datacenters, otimizar o uso dos recursos e aumentar a produtividade (já que sistemas e arquivos podem ser acessados em qualquer lugar). Mas esse mercado ainda tem muito a crescer, em especial no Brasil: de acordo com a consultoria IDC,  a cloud pública – fornecida por provedores como Google Cloud, Microsoft Azure e AWS – deve crescer 35% por ano no Brasil, até atingir US$6,5 bilhões em 2022.

Com o aumento da adoção de clouds públicas e privadas, bem como a evolução de suas configurações, novas vulnerabilidades também começam a surgir. Muitas vezes é difícil acompanhar todas estas mudanças, até pelo fato de as próprias empresas não divulgarem todos os detalhes por motivos de segurança. E é justamente aí que mora o perigo. Segundo a empresa de segurança da informação Sophos, erros de configuração são a causa da maioria dos incidentes; para evitar isso, a companhia acredita que conhecer os impactos das mudanças de configuração, até mesmo das mais simples, e realizar o monitoramento constante de atividades maliciosas são a melhor forma de se proteger.

Com a assessoria personalizada da FastHelp, empresas podem conquistar estes dois objetivos, tanto por meio do treinamento para equipes aplicado por especialistas em segurança da informação, como pelo suporte 24×7 em caso de qualquer emergência.

Segurança de dispositivos móveis

Como tratamos neste post, a tendência do Bring Your Own Device (BYOD), em que os funcionários trazem seus próprios dispositivos para o trabalho têm crescido nas empresas, assim como o home office. Com isso, crescem também as oportunidades para que cibercriminosos explorem vulnerabilidades. 

A melhor forma de evitar que os dispositivos sejam atacados e contaminem a rede corporativa é adotar a chamada proteção de endpoints. Esse tipo de software de segurança garante que, quando o dispositivo se conectar à rede da empresa, o servidor fará uma varredura completa para garantir que ele está operando dentro das regras de segurança antes de habilitar seu acesso. Ele também permite articular o uso de firewalls, antivírus, criptografia e até verificação em duas pontas para garantir a melhor proteção possível.

A solução de proteção de endpoints da FastHelp conta com proteção contra vírus, malware, spyware em estações de trabalho e servidores; detecção e prevenção de intrusão (HIPS), proteção contra roubo de informações (DLP), criptografia de disco, arquivos e pastas, controle de acesso à rede (NAC) e filtro de reputação de sites. Um produto completo para garantir a segurança de dispositivos dentro e fora da empresa. 

Segurança da Internet das Coisas (IoT)

A Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) promete ser a nova grande fonte de inovação do mundo. Em um futuro próximo, dispositivos como máquinas industriais, carros e até eletrodomésticos domésticos, como geladeiras, serão todos conectados, gerando milhões de dados. Apesar de essa tendência ainda ser incipiente no Brasil, um levantamento da consultoria IDC estima investimentos de US$9 bilhões em IoT no país em 2019 e projeta crescimento anual superior a 20% até 2022, com destaque para aplicações em agronegócio, saúde e prestação de serviços públicos.

Por um lado, todas essas informações podem ser usadas para otimizar processos e gerar insights que beneficiarão empresas e usuários. Por outro, estes dispositivos se tornam alvos fáceis para invasões, se não estiverem adequadamente configurados e protegidos. Para isso, medidas clássicas como atualização constante e senhas fortes são extremamente necessárias.

Além disso, como muitos destes dispositivos não possuem potência suficiente para processar um antivírus, as empresas precisam ter atenção extra com as redes a que eles estão conectados. Sendo assim, a adoção de tecnologias como firewalls é essencial. Desta forma, é possível determinar a quais redes estes dispositivos terão acesso, bem como filtrar o tráfego destas redes em busca de ameaças.  

Bônus: Medidas de adequação à LGPD

Impossível falar de tendências em cibersegurança para 2020 no Brasil sem citar as importantes mudanças regulatórias que impactarão os esforços de empresas nacionais e estrangeiras para compliance. 

Com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) vigorando a partir de agosto de 2020, as empresas precisam ficar ainda mais atentas à segurança. Afinal, elas serão responsabilizadas pela proteção e tratamento correto dos dados dos clientes que estiverem sob sua custódia; em caso de má conduta, as multas podem chegar a 2% do faturamento bruto da empresa, ou até R$ 50 milhões por infração. Neste guia, você encontrará tudo o que precisa saber para se adequar à LGPD.

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