O guia básico do antivírus

O guia básico do antivírus

 

Um dos principais males da internet e da informática em geral são os vírus, malwares e outras infecções que podem comprometer sistemas, roubar informações e atrapalhar a vida dos usuários. Pesquisas mostram que o custo gerado por malwares são da casa de US$ 11,7 milhões por negócio por ano. E esse número vêm crescendo, uma vez que os negócios privados e públicos usam a internet para funcionar e atender a população que, por sua vez, está mais conectada por meio de smartphones.

 

Por isso, os antivírus deixaram de ser acessórios e se tornaram itens obrigatórios em todos os dispositivos, não importa seu nível de conhecimento de tecnologia. A todo momento, milhares de ameaças podem infectar nossos dispositivos e complicar nossa vida. Para não ser vítima dos cibercriminosos é preciso estar atento e escolher um bom antivírus para proteger seus aparelhos. Parece uma missão impossível, mas não é. Veja a seguir como surgiram, como funcionam e dicas para escolher o antivírus que melhor atenda suas necessidades.

 

1. Como surgiram os antivírus

Os malwares existem pelo menos desde a década de 1980. Eles começaram como uma brincadeira entre os especialistas em tecnologia. Não roubavam dados nem prejudicavam os usuários. Serviam para pregar peças. Mas, uma vez criada a ideia, ficou demonstrado que era possível penetrar os sistemas e usar brechas para invadi-los. A primeira vez em que um vírus teve grande alcance foi em 1986 com o Brain, que foi desenvolvido por acidente no Paquistão. Os hackers perceberam que o Brain tinha potencial para ser usada em esquemas maliciosos e usaram-no como base para atingir mais e mais computadores.

A cada ano que passava, aumentava o número de vírus e malwares. Tanto que em 1989, um grupo de especialistas em tecnologia, chamado Virus-L, se formou para discutir como combater, remover e evitar as infecções. John McAfee e Eugene Kaspersky eram integrantes dessa turma. Nesse mesmo ano, McAfee começou a vender softwares que protegiam máquinas e sistemas de infecções: o antivírus.

A partir de então, diversos outros produtos apareceram no mercado, oferecendo diversos tipos de proteção e ajudando milhões de pessoas e negócios a não ficarem expostos aos malfeitores.

 

2. Como funciona

Quase todo mundo sabe que é necessário ter um antivírus, mas poucos sabem exatamente como ele protege as redes e os computadores - e hoje em dia, os smartphones. A ideia dessa ferramenta é simples: ela checa todos os arquivos que são abertos em um dispositivo. Quando um software ou arquivo é aberto, o antivírus analisa as informações disponíveis e faz uma comparação com uma base de dados onde estão todos os vírus, malwares e worms que conhecemos.

Além disso, ele é "treinado" para identificar atividades estranhas que estejam acontecendo dentro de seu computador. Isso evita que novos vírus funcionem livremente no sistema. Se ele suspeita de algo, imediatamente bloqueia a ação do arquivo ou programa, justamente para proteger você e seu sistema. Sabe a "quarentena"? É o local onde são colocados os suspeitos de serem vírus. As empresas estão sempre atualizando essa "biblioteca" para que os antivírus sejam capazes de bloquear as novas ameaças.

Hoje, existem ferramentas que são capazes de analisar o comportamento de arquivos e programas e "aprender" a identificar quem é um potencial suspeito ou não. São os chamados Antivírus da Próxima Geração (Next Generation Anti-virus, NGAV). Eles são muito mais rápidos que os antivírus tradicionais e dão proteção aos malwares mais complexos e maliciosos, como os ransomwares.

 

3. Dicas para aproveitar seu antivírus

Não adianta ter antivírus se os usuários e os profissionais do TI não usam a ferramenta de maneira adequada. Em primeiro lugar, o programa precisa estar sempre atualizado, para que as bases de dados contidas no seu dispositivo estejam preparadas para combater as ameaças mais recentes.

E ele pode fazer mais do que apenas vasculhar os arquivos que estão no seu computador, como também podem monitorar sua atividade na internet para que você não entre em sites suspeitos, proteger sua conexão para que você não navegue em ambientes inseguros (como pontos de wi-fi públicos e outros), escanear seu e-mail em busca de arquivos maliciosos, e ocultar o que está sendo digitado em seu teclado (como senhas e outros dados confidenciais).

O ideal é deixar todas essas opções sempre ligadas, para garantir o máximo de proteção. Melhor prevenir do que remediar. Outra coisa importante de entender é que antivírus é capaz de remover as ameaças, apesar do que acreditam algumas pessoas. Ele é o melhor e mais completo método de proteger suas informações.

 

4. Como reconhecer um antivírus falso

Os cibercriminosos estão sempre procurando um jeito que enganar as pessoas e evitar os antivírus. Uma das estratégias mais perversas são os falsos antivírus, programas que parecem legítimos, mas, na verdade, são verdadeiras bomba-relógio. Os malfeitores disfarçam seus cavalos de tróia como se fossem produtos reais, muitas vezes imitando marcas conhecidas. Existem, felizmente, maneiras de não cair nessa roubada. Primeiro, antes de instalar qualquer coisa, certifique-se de a empresa que oferece o programa é legítima e não apenas um nome de fachada. Veja se o produto é avaliado em fóruns, sites e outros locais. No seu antivírus, sempre deixe ligadas as funções que protegem você de phishing e banners maliciosos; permita que ele seja atualizado automaticamente e mantenha o firewall sempre ativo. Assim, você se protege de propagandas e programas falsos.

 

5. Que antivírus usar em seus dispositivos pessoais?

Não é preciso procurar muito nem gastar milhares de reais para manter seu computador bem protegido. Existem diversas ferramentas grátis que fazem um ótimo serviço. Recomendamos especialmente o Kaspersky Free Antivirus, uma das melhores opções disponíveis. Ele realiza  escaneamento ativo dos seus arquivos, dos e-mails e mensagens instantâneas, monitora a web para identificar scripts maliciosos, combate o phishing e protege as informações digitadas no teclado.

Trata-se de uma solução bastante completa e que fornece proteção suficiente para evitar que você seja vítima dos malwares, vírus e worms mais comuns. Mas lembre-se: um antivírus gratuito só é recomendado para o ambiente pessoal. Para a rede da sua empresa, a conversa é outra, veja aqui os motivos.

 

6. Como escolher um antivírus para a sua empresa?

Selecionar a melhor ferramenta de proteção para sua empresa é uma tarefa complexa. Não se trata de escolha simples e ela precisa ser feita com o auxílio e supervisão de profissionais altamente capacitados. Por isso, é essencial consultar instituições que avaliam e dão notas a diferentes produtos, de acordo com critérios claros e detalhados.

Alguns exemplos são: AV-Test, PC Magazine, AV-Comparatives, MRG Effitas e ICSA Labs. Esses avaliadores são independentes, especialistas e comprometidos em fornecer as melhores informações para os consumidores fazer uma escolha informada.

Nós da FastHelp estamos preparados para te ajudar com essa difícil escolha. Nossos consultores vão avaliar as necessidades da sua empresa e lhe propor a solução mais adequada à infraestrutura de rede do seu ambiente - que também seja adequada ao seu orçamento. Basta preencher esse formulário.

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