O que é Big Data?

O que é Big Data?

 

Além de conectar pessoas, instrumentos e instituições, a tecnologia oferece uma outra coisa que pode ser muito valiosa para seu negócio: dados. Cada operação que é feita em nossos dispositivos fica registrada nas respectivas plataformas onde elas acontecem. São milhões e milhões de dados gerados todos os dias.

São mais de 2,5 quintilhões de bytes de dados produzidos por dia, as fontes são variadas. sensores, redes sociais, mídias digitais, transações financeiras, smartphones, smartwatches, laptops, servidores, etc. Para você ter uma ideia do volume de informações que isso representa, saiba que 90% dos existentes no mundo foram gerados apenas nos últimos 2 anos. Por exemplo, estima-se que o número de dispositivos conectados existentes hoje seja de 6 bilhões. Até 2020, devemos a chegar a 20 bilhões.

 

Essa montanha de números pode parecer uma grande bagunça para quem não tem o olho treinado. Mas sabendo onde procurar, ela pode gerar insights importantes para uma empresa. É exatamente aqui que entra a ideia de Big Data, um termo que tem se tornado cada vez mais popular.

Trata-se de um setor promissor. Um levantamento em grandes empresas mundiais mostrou que é possível gerar lucros adicionais de até US$ 65 milhões. E isso pode ser alcançado com um aumento de apenas 10% na acessibilidade dos dados dessas companhias. Ou seja, ter acesso a essas informações pode ser muito precioso. E já está tudo ali, à disposição.

Big Data nada mais é do que capturar, processar e entender dados, gerando interpretações que podem ser úteis para monitorar comportamentos, verificar tendências e ter uma ideia geral de como andam as coisas em um determinado ambiente, que pode ser real ou virtual. Você já deve ter adivinhado que existem infinitas opções em termos de que dados poder obtidos e como eles podem ser interpretados. Por isso, é preciso entender bem quais são suas necessidades antes de juntar um monte de informações. Para fazer um bom proveito do Big Data, é preciso ter estratégia.

Entenda a seguir o que o Big Data é e como ele pode ajudar seu negócio.

 

Aspectos essenciais do Big Data

Mais do que apenas gerar dados, a ideia de usar o Big Data exige técnicas para categorizar, processar e interpretar tudo rapidamente. Afinal, de nada adianta acumular informações se não se sabe o que fazer com elas. Então, para entender esse conceito de uma maneira mais ampla, podemos pensar que o Big Data tem três dimensões: volume, variedade e velocidade.

A primeira se trata, claro, da quantidade. A tecnologia hoje permite que tenhamos muitos dados disponíveis, o que aumenta a precisão e qualidade das análises. Antigamente, era preciso ter espaço físico para conseguir acumular as informações necessárias - além, claro, de ferramentas para obter tudo. A digitalização do mundo tornou esse processo muito mais fácil e barato.

Em seguida, temos a variedade. É possível ter à sua disposição dados das mais variadas fontes: redes sociais, ferramentas internas ou externas, bases de dados, etc. Por conta dessa riqueza, é possível cruzar informações e fazer comparações. O Big Data também oferece velocidade. Com tudo isso ao alcance das mãos, fica muito mais fácil interpretar as informações e identificar padrões relevantes para seu negócio.

Conforme essa ideia foi se espalhando, tornou-se necessário reforçar as estruturas do Big Data com mais dois elementos: valor e veracidade. Ter informações não significa que elas são necessariamente úteis. Por isso, é preciso ter certeza de que aqueles dados servem para algo - ou você corre o risco de gastar tempo e dinheiro acumulando inutilidades. Além disso, uma estratégia de Big Data que se preze precisa estar munida de insumos verdadeiros, vinda de fontes confiáveis. Caso contrário, corre-se o risco de ter nas mãos análises que não estão baseadas na realidade e podem até atrapalhar seu negócio.

 

Como usar Big Data em pequenas empresas?

Todo esse papo é muito interessante, mas e na prática? Como se pode usar o Big Data para gerar oportunidades numa empresa pequena? Não se engane: é possível usar essa ferramenta em negócios de qualquer tamanho e área; não é preciso ser um gigante da tecnologia para se beneficiar do Big Data. Algumas ferramentas podem capturar e analisar com agilidade dados que já são gerados na sua empresa (como logs, configuração de servidores, dados de sistema e mais).

Além disso, não é estritamente necessário ter uma equipe de TI completamente dedicada a isso - embora seja muito melhor contar com profissionais especializados. Sabendo quais informações são necessárias e como interpreta-las, é possível desfrutar dos dados.

Antes de sair coletando essas informações, saiba que para ter sucesso no Big Data é preciso planejamento. Ter um plano de ação envolve definir quais dados serão coletados, como eles serão coletados e que métodos ou ferramentas serão usados para interpretá-los. E, claro, como isso tudo vai ajudar seu negócio. O ideal é focar em algum aspecto específico ou problema que você já tenha identificado e trabalhar a partir daí.

As possibilidades são muitas: de insights a respeito do comportamento dos consumidores em site, eficiência de processos internos, qualidade da infraestrutura da empresa, detectar fraudes. A partir daí você pode recolher informações valiosas tanto para uso interno como externo - como, por exemplo, para personalizar serviços.

Saiba também que hoje em dia é possível contar com fontes de informação que antes não existiam ou não estavam disponíveis, como exemplo, as redes sociais. Existem também bases públicas que podem ser usadas para obter insights, como do IBGE e de órgãos do governo.

O custo para armazenar isso tudo caiu muito, conforme já dissemos, especialmente por conta do surgimento do serviço em nuvem - que também podem ser usados para o processamento de dados.

Existem diversas possibilidades para usar o que foi coletado a favor da sua empresa, não importa em que área esteja. Quem trabalha com vendas, por exemplo, pode obter insights que ajudam no atendimento ao cliente, no aumento de vendas e na resolução de problemas. No campo da manufatura, é possível monitorar desperdício, saber com precisão a taxa de produtividade e a qualidade da produção.

 

Confira também: Tudo que você precisa saber antes de migrar seus dados para a nuvem

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