Maiores ataques cibernéticos que aconteceram no ano 2018

Maiores ataques cibernéticos que aconteceram no ano 2018

 

Não há mais como falar sobre tecnologia sem levar em conta questões (e violações) de segurança). Em um mundo cada vez mais interconectado, os ciberataques estão se tornando as novas notícias policiais. Todos os meses, sites e jornais registram vazamento de dados, invasões e sequestro de computadores pelo mundo.

O ano que está acabando não é exceção, claro: 2018 foi marcado pelos já tradicionais “datas dumps", quando hackers divulgam milhões de informações de cidadãos comuns, ransomwares e criptojacking (invasões de sistemas para minerar bitcoins). Veja a seguir quais foram os maiores ataques cibernéticos de 2018.

 

 

Ataque a corretora de bitcoin derruba preço da moeda

Em junho, a corretora sul-coreana Coinrail anunciou que havia sido hackeada. O impacto da notícia foi tão forte que a cotação da criptomoeda caiu-os investidores ficaram preocupados com a segurança de seus investimentos e decidiram vender bitcoins. A corretora declarou haver perdido 30% das moedas que estavam sob sua responsabilidade.

 

Vazamentos de dados de cartão de crédito de 5 milhões

No começo do ano, em março, o grupo de hackers JokerStash estava vendendo dados de cartões de crédito. Investigações mostraram que a fonte do vazamento era a base das lojas de artigos de luxo Saks Fifth Avenue e Lord & Taylor. Mais de cinco milhões de clientes foram afetados. Uma delas decidiu processar a empresa dona das lojas. Segundo a reclamante, a empresa "não cumpriu com os padrões de segurança e permitiu que as informações financeiras de seus clientes e outras informações privadas fossem comprometidas, reduzindo as medidas de segurança que poderiam ter evitado ou mitigado a violação de segurança que ocorreu”.

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Criptomineração clandestina

A empresa Darktrace identificou que mais 1000 dos seus clientes estavam sendo usados - sem saber - para minerar criptomoedas, gerando lucros para hackers. E isso não aconteceu com pequenas empresas ou pessoas isoladas. Identificou-se que servidores de um grande banco europeu estavam sendo usados por um funcionário para gerar valores em moedas criptografadas. Esse tipo de atividade ilegal ganhou destaque em 2018 e deve fazer ainda mais vítimas no ano que vem.

Veja também: Como criptomineradores estão se tornando a maior ameaça da web

 

Montadora sequestrada para mineração de criptomoedas

Até mesmo grandes empresas de destaque podem ser vítimas de ataques. A Tesla, montadora de veículos elétricos, estava sendo usada para minerar criptomedas. A conta de serviços de nuvem de empresa foi invadida por hackers e usada para esse fim. Esse tipo de ataque é conhecido como "criptojacking" (ou "criptosequestro"), quando cibercriminosos usam sistemas de pessoas ou empresas para minerar criptomoedas, como bitcoins. De acordo com a Tesla, a invasão não comprometeu nenhuma informação de seus clientes.

 

Durante a Copa, Rússia foi atacada 25 milhões de vezes

A Copa do Mundo de 2018 não apenas colocou o país no centro das atenções da mídia e dos torcedores, como também na mira de cibercriminosos. De acordo com o presidente Vladimir Putin, a Rússia sofreu 25 milhões de ataques cibernéticos durante o torneio mundial. As ações tinham relação direta com o torneio e, apesar do alto volume, o governo russo afirma que não houve nenhuma brecha.

 

Invasão expõe informações de 1 bilhão de indianos

Em janeiro, jornalistas descobriram que, pagando-se uma pequena quantia, era possível ter acesso a dados confidenciais do "número Aadhaar", uma espécie de número de RG da Índia. Essas informações incluíam nome, endereço, telefone e e-mail dos cidadãos. Os hackers ainda ofereciam o serviço de emitir uma identidade falsa para qualquer número de identificação. Mais de 1,1 bilhão de indianos tiveram seus dados comprometidos pelo esquema.

 

Uma cidade sob ataque

Uma guerra se instalou em Atlanta em março desse ano. No entanto, o combate era virtual. A cidade sofreu um grande ataque do tipo ransomware. Diversos serviços municipais ficaram inativos por conta da ação criminosa. Cidadãos não conseguiam pagar tributos e funcionários públicos tiveram de recorrer ao papel para poder continuar trabalhando.

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