Hackers usam desemprego para atingir vítimas com phishing. Veja como se proteger

Hackers usam desemprego para atingir vítimas com phishing. Veja como se proteger

 

Já faz alguns anos que o Brasil passa por uma recessão econômica e tem altas taxas de desemprego. Cerca de 13% dos brasileiros está sem trabalho, ou seja, 13,4 milhões de trabalhadores. Um quarto dos brasileiros que fazem parte da força de trabalho (25%) não têm emprego ou estão subempregados.

As consequências desses problemas também espirram no mundo virtual. Pessoas em busca de emprego são vítimas ideais para criminosos virtuais. Um estudo recente mostrou que o Brasil tem o maior número de golpes de phishing do mundo. Calcula-se que 21% dos usuários de internet tenham sido vítimas desse tipo de golpe.

 

O que é Phishing?

Phishing é uma estratégia utilizada por hackers, que ao aplicar este tipo de golpe, faz com que as vítimas forneçam, espontaneamente, dados bancários e pessoais. Para isso, os criminosos enviam mensagens se passando por empresas legítimas.

O e-mail continua a ser uma ferramenta importante para os criminosos, mas aplicativos de mensagens também passaram a ser usados. WhatsApp e Facebook Messenger são os preferidos. Um caso emblemático citava o nome de uma empresa do ramo de chocolates para enganar um milhão de pessoas em 24 horas. A armadilha era uma falsa oferta de emprego. Levado a um site criado pelos golpistas, o trabalhador colocava seus dados sem saber que estava sendo enganado. Para aumentar o efeito da tramóia, a mensagem dizia que era necessário compartilhar o link com ao menos cinco pessoas.

É preciso estar atento para não ser enganado. As dicas a seguir explicam como identificar possíveis golpes e se proteger contra ataques de phishing.

 

Cuidado nas redes sociais

Uma estratégia popular para roubar informações é disfarçar links maliciosos como notificações de redes sociais. Pode ser qualquer coisa: de um pedido de amizade ao aviso de uma suposta curtida. Pior ainda, os hackers também usam mensagens para enganar os usuários e roubar seus dados.

Por isso, preste bastante atenção a qualquer aviso que chegar em seu e-mail ou na central de notificações. Não clique em links suspeitos: faça o login digitando o endereço diretamente na barra de navegação do seu browser.

 

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Fique alerta com mensagens bancárias

Muito comum também é disfarçar conteúdo malicioso como se fosse um aviso do banco ou empresa de cartão de crédito. Esse método é particularmente perigoso porque pode dar aos criminosos acesso a sua conta bancária (e ao seu cartão). E ele usa um assunto sensível como as finanças para deixar os usuários desesperados.

Bancos não mandam mensagens essenciais por e-mail, na grande maioria dos casos. Portanto, não clique em nada que chegue em sua caixa de entrada. Para ter certeza de que um aviso é verdadeiro, ligue para seu gerente.

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Desconfie de conteúdos suspeitos

Bancos e redes sociais são dois dos principais chamarizes para tentar enganar você, mas não são os únicos. Outros são serviços de e-mail, de armazenamento virtual, companhias telefônicas, provedor de internet, de luz, de água, a lista é quase infinita. Lembra do golpe do príncipe nigeriano que quer depositar milhões em sua conta? Existem também a versão na qual você ganhou milhões na loteria de um país estrangeiro.

O mal pode vir até de um endereço de alguém que você conhece, como um amigo, parente ou colega de trabalho. Será possível, então, fugir do phishing e do spam? Sim. A regra geral é: não clique em nenhum link, especialmente se o e-mail ou a mensagem vier "do nada". E não envie informações pessoais.

 

Como evitar ser enganado

Primeiro, cheque o endereço do remetente caso a mensagem chegue via e-mail. Verifique se o nome que vem depois da arroba (@) coincide com o endereço oficial da empresa que está enviando o aviso.

Em seguida, suspeite de todo e qualquer link, como já falamos. Se for possível, não abra nada diretamente do e-mail (a não ser que você tenha certeza de que o e-mail é legítimo). Os golpistas costumam cometer diversos erros ortográficos nas mensagens; caso perceba algum, suspeite.

Sob nenhuma hipótese, abra anexos ou links que você não esteja esperando. Mesmo que esteja, fique atento para não cair no golpe "as fotos da festa de ontem ficaram ótimas" ou do suposto emprego. Por último, fique sempre ligado. Os hackers estão cada vez melhores em disfarçar mensagens e deixá-las parecidas com comunicados oficiais. Por isso, é preciso sempre desconfiar. E, na dúvida, ligue para as empresas e pessoas supostamente envolvidas e confirme as informações.

A FastHelp trabalha com as melhores práticas do mercado e pode lhe ajudar a implementar os serviços necessários para proteger sua empresa. Entre em contato com um de nossos especialistas.

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