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gerenciamento de vulnerabilidades

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O que é gerenciamento de vulnerabilidades?

O gerenciamento de vulnerabilidades é um processo proativo e contínuo de identificação, classificação e tratamento das vulnerabilidades no ambiente de TI de uma empresa. O objetivo deste tipo de abordagem é mitigar vulnerabilidades antes mesmo que possam ser exploradas por hackers, evitando que a empresa sofra ataques.

É importante lembrar que esta é uma prática cíclica, ou seja, a parte mais importante do gerenciamento de vulnerabilidades está no estabelecimento de políticas e processos que podem ser replicados constantemente. As ferramentas entram como um complemento para possibilitar a realização destas tarefas.

Quais os benefícios do gerenciamento de vulnerabilidades?

Ao mitigar as chances de que as empresas sofram ataques, o gerenciamento de vulnerabilidades evita uma série de dores de cabeça operacionais, além de imensos prejuízos.

Perdas financeiras

De acordo com o relatório Cost of a Data Breach 2020, da IBM, em média, um vazamento de informações custa US$ 1,12 milhões para empresas brasileiras. Embora este número seja melhor que os US$ 3,86 milhões de dólares da média mundial, o Brasil foi o país que mais viu os custos das vulnerabilidades aumentarem entre 2019 e 2020, com um crescimento de 29 por cento.

Agilidade

Ter medidas de gerenciamento em prática também ajuda em uma questão crucial: agilidade para encontrar vulnerabilidades. O relatório mostra que, infelizmente, as empresas brasileiras são as que mais demoram a encontrar e mitigar vulnerabilidades no mundo. Ao todo, são necessários 380 dias para identificar e conter uma vulnerabilidade, ao passo que a média global é de 280 dias.

Melhora do desempenho

O rastreamento contínuo dos sistemas promove não apenas o fortalecimento de segurança e prevenção contra disrupções, mas também ajuda na melhoria contínua de infraestrutura da empresa. Afinal, se todos os sistemas estiverem funcionando adequadamente, há um ganho natural de performance.
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Compliance

Para ter medidas de gerenciamento eficientes, é necessário criar políticas que sigam regras consagradas de segurança da informação. Desta forma, a simples adoção destas regras ajuda a empresa a estar em conformidade com normas como ISO 27001 e ISO 27002.

Quais as principais vulnerabilidades que podem ser identificadas?

Normalmente, os sistemas ficam expostos por erros de programação (ou seja, problemas na concepção do código) ou má configuração – está geralmente relacionada à falha humana. Mas também é muito comum que os próprios fabricantes de software notem vulnerabilidades e alertem os usuários sobre a necessidade de instalar patches nos programas o mais rápido possível.

Ainda assim, vale lembrar que esse sistema não é infalível. Por utilizar a predição com base em registros prévios de vulnerabilidades, o gerenciamento muitas vezes não consegue cobrir as chamadas “vulnerabilidades de dia zero”, ou seja, aquelas que acabaram de ser descobertas e ainda não constam em bibliotecas de vulnerabilidades. No entanto, ter uma política preventiva pode ajudar as equipes a agirem mais rápido até mesmo nestes casos.

Como criar um gerenciamento de vulnerabilidades eficiente?

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Inventário

Em primeiro lugar, é necessário realizar um inventário completo de toda a propriedade TI – software, redes, dispositivos e demais ativos sob controle. Afinal, você precisa saber onde as vulnerabilidades podem ocorrer antes de procurá-las. Outro ponto é que este inventário deve ser constantemente atualizado.

Obtenção dos dados

Os relatórios obtidos a partir do escaneamento do inventário são uma ideia sobre as vulnerabilidades às quais a empresa está submetida. É preciso, também, comparar os resultados com bibliotecas de vulnerabilidades e exposições comuns (CVE, em inglês), para garantir que o maior número de vulnerabilidades estará coberto. Existem diversas bibliotecas do tipo disponíveis e os fabricantes de soluções como antívirus também têm as suas próprias listas.
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Avaliação e categorização

As vulnerabilidades devem ser separadas em ordem de prioridade para mitigação usando um sistema conhecido por Common Vulnerability Scoring System. Para isso, é necessário levar em conta o risco que representam, qual o nível de comprometimento causado pela vulnerabilidade e também os recursos disponíveis para mitigá-la.

Definir funções e responsabilidades

Com os dados em mãos, estabeleça quais os responsáveis por cada ponto da estratégia e os prazos que devem ser respeitados.

Corrigir as vulnerabilidades

Esta é a etapa de mitigação. A correção pode ocorrer por meio de patches fornecidos por fabricantes, desativação de serviços ou funcionalidades, orientação a equipes sobre golpes que utilizam engenharia social.
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Documentar as medidas

As equipes devem manter um registro com a ocorrência das vulnerabilidades e as medidas adotadas para sua mitigação. Esse processo deve ocorrer frequentemente.

Acompanhamento e validação

As equipes precisam estar atentas para saber se os patches realmente funcionaram. Outra boa dica para evitar problemas é fazer testes de invasão periodicamente.

Por que é importante automatizar o gerenciamento?

Dados mostram que uma vulnerabilidade é encontrada no mundo a cada 90 minutos. Portanto, é humanamente impossível acompanhar todas as ocorrências nas bibliotecas de vulnerabilidades e ainda descobrir como mitigá-las de forma manual.

Soluções que automatizam o rastreamento de vulnerabilidades, como scans, são grandes aliadas das equipes de segurança da informação no processo de gerenciamento. Muitas dessas soluções ainda conseguem categorizar as vulnerabilidades, por exemplo, diferenciando as que atacam redes ou APIs.

Mas vale lembrar que estas ferramentas não são responsáveis por todo o gerenciamento, ok? Outros pontos, como a realização de testes, são igualmente importantes e dependem dos processos estabelecidos pelas equipes.

Ainda assim, vale lembrar que esse sistema não é infalível. Por utilizar a predição com base em registros prévios de vulnerabilidades, o gerenciamento muitas vezes não consegue cobrir as chamadas “vulnerabilidades de dia zero”, ou seja, aquelas que acabaram de ser descobertas e ainda não constam em bibliotecas de vulnerabilidades. No entanto, ter uma política preventiva pode ajudar as equipes a agirem mais rápido até mesmo nestes casos.

Como saber se meu gerenciamento de vulnerabilidades é eficiente?

Simples, estabelecendo métricas – os famosos KPIs. Fatores como o tempo médio necessário para detectar vulnerabilidades e para mitigá-las são cruciais para avaliar a eficácia dos processos. Além disso, avaliar a abrangência das verificações e quão frequentemente cada ativo é vistoriado é fundamental (uma vez ao ano não vale, ok?).

Acompanhe também o percentual de sistemas que apresentam e que não apresentam vulnerabilidades críticas, a taxa de vulnerabilidades que voltaram a ser encontradas no ambiente e as exceções – ou seja, as vulnerabilidades que, por algum motivo, não puderam ser solucionadas.

Conquiste 80% menos violações

Confrontados com uma torrente de vulnerabilidades, os líderes de segurança reconhecem a necessidade de uma nova abordagem. Agora, falta apenas convencer o restante da organização.

São 47 novas vulnerabilidades todos os dias

Independentemente do tamanho da empresa, nunca haverá recursos suficientes para corrigir todas as vulnerabilidades, a priorização é fundamental.

dados para gerar uma correção eficaz

Nesta pesquisa, foi identificado vulnerabilidades persistentes comuns, destacando aquelas que podem ser exploradas e avaliando suas características.

Diferenças de gerenciamento de vulnerabilidade

Sobrecarregado pelo número de novas vulnerabilidades em sua superfície de ataque em expansão? Você não está sozinho.

Cyber exposure score

É uma classificação objetiva do risco cibernético derivado de cálculos baseados em ciência de dados. A pontuação é gerada pela combinação de dados de vulnerabilidades e outros indicadores de risco.

Como serviços gerenciados podem facilitar o gerenciamento de vulnerabilidades?

Apesar de ser uma estratégia vencedora e necessária, o gerenciamento de vulnerabilidades pode consumir tempo e recursos valiosos da sua equipe de TI. Por isso, uma boa opção para quem quer ter acesso à maior proteção possível sem sobrecarregar suas equipes internas é a terceirização.

Empresas que oferecem serviços gerenciados de cibersegurança, como a Fast Help, contam com uma equipe dedicada ao gerenciamento de vulnerabilidades. Isto significa que tais profissionais estarão sempre atento aos movimentos do mercado, têm o treinamento necessário para lidar com as ferramentas e, acima de tudo, estarão dedicados 24/7 a proteger seu ambiente de TI.

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