Os riscos da falta de proteção dos dados de seus clientes

Tempo de Leitura: 4min

Escrito por Natália Scalzaretto

Em 27 de March de 2019

Aqui no blog da Fast Help, falamos muito sobre a necessidade de proteger sua empresa e seu negócio. E parte importante disso é cuidar para que os dados dos seus clientes não fiquem expostos. O desleixo com esse tipo de informação pode ter custos financeiros e de reputação.

Por isso, é preciso saber quais riscos existem, que tipo de regras e boas práticas devem ser seguidas e, claro, implementar políticas sólidas de segurança da informação.

Veja a seguir quais são os principais riscos que seus clientes podem correr e as melhores maneiras de minimizá-los.

Tudo pode ser alvo

Entenda que qualquer ferramenta usada no dia a dia pode se tornar um potencial alvo. Softwares, computadores, celulares, tablets, wifi interno e de terceiros, e-mail, servidores, etc. Se não houver monitoramento e proteção adequados, tudo pode ser um convite à ação de criminosos.

Além de malwares, vírus e roubo de dados, sua empresa também pode sofrer o ataque conhecido como ransomware, que vem crescendo no mundo todo. Hackers pedem altas quantias para “devolver” dados roubados e causam transtornos e prejuízos.

De acordo com dados, 95% das invasões de hackers começam com um ataque de phishing feito por e-mail. Isso acontece porque os golpistas conseguem criar diversos disfarces nesse tipo de mensagem eletrônica, fingindo ser um parente, um colega de trabalho ou um prestador de serviço da nossa confiança.

O descuido pode custar caro

Uma empresa que não toma os devidos cuidados pode sofrer grandes prejuízos. Em primeiro lugar, ela fica a mercê de hackers e malfeitores, que pode tentar extorquir você e paralisar seus negócios. Como estamos falando de clientes aqui, as perdas podem ser ainda maiores. Não lidar com a segurança de maneira adequada com certeza vai passar a mensagem de que sua empresa não zela pela segurança e bem-estar dos clientes. Se algum ataque ou vazamento ocorrer, seu nome será manchado, prejudicando os negócios e as finanças.

Fique atento a regulamentos nacionais e internacionais

Cuidar de dados não significa apenas se proteger de cibercriminosos, mas também de cumprir leis e regras do nosso país e de outros. Um bom exemplo é a chamada GDPR, a lei de proteção de dados na União Europeia. Embora estejamos no Brasil, se sua empresa capta informações de marketing de qualquer cidadão da UE, precisa estar de acordo com essa legislação.

A GDPR diz que se uma empresa captura nome, endereço físico, email, número IP, dados financeiros, de comportamento na internet e outras informações, é preciso cumprir as regras.

De maneira resumida, (1) qualquer landing page ou método de captura de dados precisa ser claro quanto ao objetivo pelo qual as informações estão sendo obtidas, (2) você precisa excluir de maneira definitiva os dados de uma pessoa se ela pedir, (3) deve mandar todas as informações tiver sobre um indivíduo caso ele peça, (4) avisar sobre a presença de cookies em páginas, (5) atualizar políticas de privacidade e termos de uso explicitando como armazena e processa os dados das pessoas.

No Brasil, você precisa se preparar para respeitar a Lei Geral de Proteção de Dados, que vai entrar em vigor em agosto de 2020. Ela é similar à GDPR e cria uma série de proteções para os dados dos cidadãos brasileiros. Ela regulamenta a captura e uso de endereços, datas de nascimento, CPF, Renavam, informações médicas, renda, perfis de risco e mais. As regras valem também para terceiros que fazem uso desses dados. As empresas precisarão, além disso, rever processos internos e a organização do pessoal para aplicar procedimentos de proteção.

Proteger os dados dos seus clientes, portanto, não é algo trivial. Os prejuízos podem ser de diversas ordens e minar todo o trabalho de uma empresa. Por isso, procure parceiros que vão não apenas ajudar a implementar os requerimentos legais e técnicos, como também podem avaliar se você está correndo riscos desnecessários.

Veja também:
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