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Como garantir a segurança da informação no home office?

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Escrito por Natália Scalzaretto

Em 24 de December de 2019
Segurança da informação no home office

Dentre as diversas mudanças que a tecnologia trouxe para o mercado de trabalho, o home office – ou trabalho remoto – é uma das mais adotadas em todo o mundo – e o Brasil não está alheio a esta tendência.  Segundo uma pesquisa IBOPE Conecta encomendada pela Microsoft em 2018, 47% dos profissionais brasileiros já trabalhava remotamente pelo menos uma vez por semana e 70% acreditava que a tecnologia facilitava a comunicação com os colegas.

Mas, além dos benefícios, gerenciar equipes remotas traz uma série de desafios para empresas, inclusive quando se trata de segurança da informação. Em países como Estados Unidos e Reino Unido, onde a tendência está mais consolidada, as ameaças já chegam a níveis alarmantes. De acordo com o relatório 2018 State of Cybersecurity in Small and Medium Size Businesses do Ponemon Institute, 58% das pequenas e médias empresas sofreram um vazamento de dados em 2018, 4 pontos percentuais a mais do que em 2017.  E o pior: em 60% dos casos, a negligência de um funcionário (ou prestador de serviços) foi o fator decisivo.

Com cada vez mais funcionários trabalhando fora do escritório — muitas vezes usando os próprios equipamentos —, as empresas brasileiras tendem a ficar mais vulneráveis a problemas de segurança da informação. 

Pensando apenas sob o ponto de vista financeiro, a IBM calcula que o custo de um vazamento de dados no Brasil chegue a 1,3 milhão de dólares. Apesar de ainda ser menor que os 8,19 milhões de dólares gastos nos Estados Unidos, a tendência é que estes custos aumentem com a aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados. A partir de 2020, a LGPD, como é conhecida, passa a valer no Brasil, multando empresas que não protegem os dados de seus clientes em até 2% da receita (limitado a 50 milhões de reais).

A melhor maneira de evitar transtornos financeiros, jurídicos e reputacionais decorrentes de um ciberataque é fortalecer a seguranda de TI, principalmente quando parte da equipe atua em home-office. Confira abaixo algumas dicas essenciais: 

Política de segurança e treinamento

A melhor forma de garantir que seus funcionários vão saber se proteger de ciberataques em casa ou no trabalho é oferecendo o conhecimento necessário para bloquear as ameaças. Isto pode incluir dicas simples, como não trocar dados confidenciais se não estiver em uma rede segura, até como configurar uma rede Wi-Fi doméstica de forma a evitar invasões.  Nesse sentido, elaborar uma política de segurança abrangente é importante para que os colaboradores tenham um guia ao qual recorrer. E o quanto mais abrangente ela for, melhor!

Além disso, ter acesso ao treinamento correto sobre segurança da informação com especialistas no assunto é fundamental. Neste ponto, a assessoria de profissionais certificados, como os da FastHelp, pode ser a melhor alternativa para um treinamento  eficaz – além do suporte 24/7 caso ocorra uma emergência. 

Integração

Quando se pensa em segurança de TI, um bom antivírus é provavelmente a primeira coisa que vem à cabeça. É claro que essa ferramenta é essencial, mas, sozinha, não vai atender às necessidades de uma empresa. Por isso, adotar um sistema de proteção de endpoints (ou terminais, em português) surge como a melhor solução para estruturas com múltiplos usuários.

Nesse sistema, cada dispositivo — ou endpoint — habilitado pela rede corporativa é responsável pela própria segurança, mas o sistema todo é gerenciado por uma plataforma central controlada pela empresa. 

Uma das formas mais simples de operar esse sistema é instalando um software de segurança no computador de um funcionário; quando ele se conectar à rede da empresa, o servidor fará uma varredura completa para garantir que o dispositivo está operando dentro das regras de segurança antes de habilitar seu acesso. Desta forma, é possível articular o uso de ferramentas como firewalls, antivírus, criptografia e até verificação em duas pontas para garantir a melhor proteção possível.

A solução de proteção de endpoints da FastHelp conta com proteção contra vírus, malware, spyware em estações de trabalho e servidores; detecção e prevenção de intrusão (HIPS), proteção contra roubo de informações (DLP), criptografia de disco, arquivos e pastas, controle de acesso à rede (NAC) e filtro de reputação de sites. Um produto completo para garantir a segurança de dispositivos dentro e fora da empresa.

Navegação por conexões seguras

Adotar uma VPN (virtual private network) também é uma parte importante do sistema de proteção endpoint. Isso porque a VPN cria uma rede particular dentro da internet, conectando o dispositivo ao servidor de forma criptografada.

Dessa forma, em vez de acessar diretamente um site, o computador vai se conectar ao servidor da VPN que, por sua vez, fará a conexão com o site, enviando os dados do usuário de forma criptografada. A VPN é capaz de proteger não apenas informações enviadas ao site, como dados bancários, mas até o próprio IP do dispositivo.

Com uma conexão direta e codificada, a VPN torna praticamente impossível os ataques de hackers que monitoram redes em busca de brechas de segurança – comuns quando alguém se conecta às redes públicas para trabalhar em uma cafeteria, por exemplo.

Mas é claro que existem diferenças entre as VPNs. Escolher um fornecedor confiável, que oferece soluções atualizadas, é essencial para obter uma VPN de qualidade. A FastHelp oferece este produto em seu amplo portfólio de soluções; solicite um orçamento aqui.

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